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O que fazemos

O Observatório elabora pesquisas, consultorias e análises abrangentes sobre inovação para buscar entender como se dá esse processo, além de realizar seminários abertos ao público geral para debater e difundir esse conhecimento.

Empregando conhecimentos de diversas áreas do saber, tais como sociologia, economia, estatística, direito e engenharia de produção, os trabalhos desenvolvidos pelo Observatório buscam, além do avanço no conhecimento sobre a inovação, construir instrumentos e metodologias que auxiliem formuladores de políticas públicas, gestores e empreendedores a enfrentar as múltiplas realidades e desafios colocados para o fomento e a alavancagem da capacidade de inovar das organizações empresariais, estando orientado para :

  • Coordenar atividades de foresight e forecast para a identificação de novas tendências em inovação;
  •  Desenvolver ações visando a melhor qualificar as empresas e os empreendedores brasileiros na busca da inovação;
  •  Acompanhar e analisar os avanços legais relacionados à inovação;
  •  Apoiar a elaboração, acompanhamento e execução de políticas de inovação;
  •  Disseminar informações e análises voltadas para a construção de uma cultura da inovação;
  •  Contribuir para a formação de empreendedores e gestores ligados aos processos de inovação;
  •  Ajudar a desenvolver marcos regulatórios e ambientes mais adequados à inovação.

                                                   

                                      Frentes de atuação:

 

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Pesquisa

 

Linhas de Pesquisa

Plataformas demonstradoras tecnológicas

 

Plataformas demonstradoras significam o desenvolvimento pré-competitivo que extrapola o P&D tradicional, indo até a prova/teste da tecnologia em situação real sempre que viável, ou em situação laboratorial/simulada. A partir dai, as empresas desenvolvem seus produtos. Alguns exemplos de plataformas tecnológicas demonstradoras: tecnologias de motores menos poluentes, menos ruídos e com menor consumo, sistemas embarcados, etc.

Essa linha de pesquisa envolve a elaboração de proposta de política pública para plataformas tecnológicas demonstradoras.

Indicadores de Engenharia

 

A oferta de engenheiros de qualidade e a existência de demanda por esses profissionais são pilares fundamentais de uma trajetória de desenvolvimento econômico baseada na inovação, tal como o Brasil procura trilhar. O engenheiro é o profissional cuja função por excelência é a tradução de novas idéias e tendências do mercado em novos produtos e processos, constituindo-se, portanto, em ator privilegiado e fundamental de um ecossistema inovador. Vem daí o interesse especial na quantidade e qualidade dos engenheiros e engenheiras disponíveis em um país, e a importância de produzir dados e análises capazes de informar gestores públicos das áreas de inovação, educação, ciência e tecnologia, gestores privados de empresas e em especial a própria comunidade de engenheiros sobre a história recente, a situação atual e os possíveis caminhos a se seguir em termos de formação e inserção desses profissionais no Brasil.

Nesse contexto, o objetivo dessa linha de pesquisa é construir indicadores de engenharia que possibilitem análises mais aprofundadas e com melhor compreensão da realidade, além de comparações internacionais, regionais, setoriais.

Indicadores de Competitividade

 

O projeto visa a analisar os sistemas de indicadores existentes (WEF – Fórum Econômico Mundial; IMD; Conselho Presidencial de Competitividade Sul Coreano) e elaborar proposta de sistema de indicadores mais robusto, no estilo scorecard. Analisa os fatores que impactam na competitividade futura e busca inserir aspectos como inovação, economia verde, economia criativa e outros tópicos que tendem a fazer a competitividade futura de uma nação. Deve trabalhar com dados oficiais, evitando surveys de opinião que distorcem os resultados, como ocorre com os indicadores supracitados. Elaborado com apoio da ABDI, articuladamente como CoC - Conselho de Competitividade dos EUA (Council on Competitiveness) e com a FGCC – Federação Global dos Conselhos de Competitividade.

Gestão da Inovação Radical

 

Estuda a gestão estratégica da inovação, com vistas à geração de modelos de abordagem para a gestão da inovação radical nas empresas. Tem como suposto que um dos principais diferenciais entre as empresas, qualquer que seja sua atividade, é sua capacidade de inovação e diferenciação de produto, e a criação de valor de serviço, qual seja, a transformação das condições de atividade de um destinatário ou de seus dispositivos de ação.

A abordagem da linha é tanto quantitativa, através de processamento de microdados das principais bases de dados nacionais (Pintec, PIA, PAS e outras do IBGE; RAIS/MTE; Secex/MDIC etc.), voltada à compreensão do estado da situação no universo de empresas, quanto qualitativa, através de estudos de caso, para detecção de tendências e fatores emergentes. Os modelos existentes de gestão da inovação – funil, stage gates, plataformas/silos de tecnologia – são procedurais, com melhor aderência para inovações incrementais em grandes empresas com P&D estruturado. Mas não são adaptados para star ups, spin offs acadêmicos, nem para gestão de inovação radical ou para a inovação de empresas de segmentos tradicionais, sem P&D estruturado. Para tanto, a linha discute parâmetros ou contingências que influenciam na gestão ampla de projetos de inovação, com vistas à caracterização de modelos específicos para cada caso/contingência ou conjunto delas.

O tema básico trabalhado é a relação entre inovação e organização e gestão da empresa, buscando captar, analisar e propor formas de abordagem, de projeto e análise organizacional, voltados para estratégias de inovação, diferenciação de produtos e criação de valor de serviço. São abordadas as condições organizacionais e as competências que suportam a mobilização de recursos e a tomada de decisões, em suas diferentes instâncias, relativas a projetos e iniciativas de inovação.